
É incrível como insistimos em não ver aquilo que nos salta aos olhos.
Não vou aqui neste espaço defender as grandes empresas, o governo e nem tampouco criticar aqueles que julgam ser inofensivo à prática de determinados atos.
Mas não se pode reclamar da violência quando de certa forma mesmo que inconscientemente compactuamos com ela.
Explico melhor.
Não vou aqui neste espaço defender as grandes empresas, o governo e nem tampouco criticar aqueles que julgam ser inofensivo à prática de determinados atos.
Mas não se pode reclamar da violência quando de certa forma mesmo que inconscientemente compactuamos com ela.
Explico melhor.
Já está mais do que comprovado a ligação entre a pirataria o tráfico de drogas a lavagem de dinheiro e o crime organizado.
Se isso não bastasse, a pirataria gera desemprego, a falência de pequenas indústrias, trabalho escravo, corrupção, roubo de direitos autorais, exploração de crianças, tráfico de mulheres, entre outros tantos flagelos sociais. Não podemos acreditar que a simples compra de um CD pirata, por exemplo, seja inofensiva, é apenas uma pequena parte no grande circulo criminoso, porém não menos perigosa. Além da pirataria de produtos, marcas, brinquedos, obras literárias, músicas, filmes, ainda temos outros tipos como a biopirataria (fauna e flora), a fármaco-pirataria (falsificação de remédios), pirataria de produtos alimentícios, bebidas e muito mais.
Uma simples pesquisa em jornais e outros meio de comunicação deixa muito claro, inclusive com provas incontestáveis que a pirataria alimenta o crime.
Não tenho a intenção de julgar o que leva alguém a comprar um produto pirata. Tenho certeza que várias justificativas apareceriam em defesa dessa prática, como por exemplo, o alto custo dos produtos, o grande número de impostos embutidos nas mercadorias de todos os gêneros, o preço abusivo dos produtos culturais (cinema, CD, DVD), o discurso populista em defesas dos “vendedores” de produtos piratas quando se diz: “eles estão trabalhando...” e a pior de todas as justificativas, a compra como forma de “protestar contra o sistema”.
Sei que vivemos num país de corrupção endêmica, falta de ética, pobreza, mau uso do dinheiro público, altíssima taxa tributária e outras tantas mazelas sociais, políticas e econômicas, mas acredito que ao invés de compactuarmos com o crime organizado que só tem aumentado a violência destruindo várias vidas, talvez devêssemos repensar nossos conceitos e resgatar valores como ética, honestidade, cidadania, educação, civismo... A leitura, a informação, o protesto fundamentado, a responsabilidade na hora de votar, estas sem dúvida são práticas que poderão transformar um país. Nunca seremos uma grande nação enquanto não nos comprometermos efetivamente
Pode até parecer utopia, mas se cada um fizer a sua parte certamente conseguiremos banir aquilo que é podre e quem sabe no futuro não precisaremos mais chamar o “Capitão Nascimento”.
Se isso não bastasse, a pirataria gera desemprego, a falência de pequenas indústrias, trabalho escravo, corrupção, roubo de direitos autorais, exploração de crianças, tráfico de mulheres, entre outros tantos flagelos sociais. Não podemos acreditar que a simples compra de um CD pirata, por exemplo, seja inofensiva, é apenas uma pequena parte no grande circulo criminoso, porém não menos perigosa. Além da pirataria de produtos, marcas, brinquedos, obras literárias, músicas, filmes, ainda temos outros tipos como a biopirataria (fauna e flora), a fármaco-pirataria (falsificação de remédios), pirataria de produtos alimentícios, bebidas e muito mais.
Uma simples pesquisa em jornais e outros meio de comunicação deixa muito claro, inclusive com provas incontestáveis que a pirataria alimenta o crime.
Não tenho a intenção de julgar o que leva alguém a comprar um produto pirata. Tenho certeza que várias justificativas apareceriam em defesa dessa prática, como por exemplo, o alto custo dos produtos, o grande número de impostos embutidos nas mercadorias de todos os gêneros, o preço abusivo dos produtos culturais (cinema, CD, DVD), o discurso populista em defesas dos “vendedores” de produtos piratas quando se diz: “eles estão trabalhando...” e a pior de todas as justificativas, a compra como forma de “protestar contra o sistema”.
Sei que vivemos num país de corrupção endêmica, falta de ética, pobreza, mau uso do dinheiro público, altíssima taxa tributária e outras tantas mazelas sociais, políticas e econômicas, mas acredito que ao invés de compactuarmos com o crime organizado que só tem aumentado a violência destruindo várias vidas, talvez devêssemos repensar nossos conceitos e resgatar valores como ética, honestidade, cidadania, educação, civismo... A leitura, a informação, o protesto fundamentado, a responsabilidade na hora de votar, estas sem dúvida são práticas que poderão transformar um país. Nunca seremos uma grande nação enquanto não nos comprometermos efetivamente
Pode até parecer utopia, mas se cada um fizer a sua parte certamente conseguiremos banir aquilo que é podre e quem sabe no futuro não precisaremos mais chamar o “Capitão Nascimento”.
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