No vácuo o som não se propaga, eu grito e minha voz não chega.
Deserto, exílio... um frio que queima, silêncio... silêncio...
Escuridão no meio da luz do dia, face escura da lua, lua nova, escuridão....
Silêncio ensurdecedor... grito que não chega, voz que procura e não se ouve, sem luz, sem voz, vazio... vazio.... repleto, completo... tem preenchimento, tem plenitude, cheio....vazio sem vazio..
Morte de estrela, cadê o brilho? Anos luz de distância tão perto que se toca, deserto, vento....
Na montanha abismo sem fundo, queda, falta corda, falta o pé, faltam asas...
Maré alta, profundeza abissal, falta ar, faltam guelras, falta sol... folhas no chão, mas não era primavera? O outono na mão...
Ferida aberta a flor da pele, sem bálsamo nem curativo, arde, queima, dor...dor... dor...
Deserto, exílio, silêncio...silêncio..silêncio... eu grito...meu grito.....grito.....grito... espero.... quero.. esperança? Esperança!
Deserto, exílio... um frio que queima, silêncio... silêncio...
Escuridão no meio da luz do dia, face escura da lua, lua nova, escuridão....
Silêncio ensurdecedor... grito que não chega, voz que procura e não se ouve, sem luz, sem voz, vazio... vazio.... repleto, completo... tem preenchimento, tem plenitude, cheio....vazio sem vazio..
Morte de estrela, cadê o brilho? Anos luz de distância tão perto que se toca, deserto, vento....
Na montanha abismo sem fundo, queda, falta corda, falta o pé, faltam asas...
Maré alta, profundeza abissal, falta ar, faltam guelras, falta sol... folhas no chão, mas não era primavera? O outono na mão...
Ferida aberta a flor da pele, sem bálsamo nem curativo, arde, queima, dor...dor... dor...
Deserto, exílio, silêncio...silêncio..silêncio... eu grito...meu grito.....grito.....grito... espero.... quero.. esperança? Esperança!
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