E o palhaço o que é?
É ladrão de muié...
Não é não...
Palhaço é gente.
Por trás daquela maquiagem, da roupa colorida, existe um coração igual ao nosso.
Mas... palhaço não chora.
No picadeiro ele leva a alegria a todos, ás crianças leva a fantasia infantil, risos, brincadeiras, leva tapa e ri, cai e ri, pula e ri, brinca, canta e ri; aos adultos trás as lembranças, os sonhos, voltam ao passado e o palhaço ri.
O mágico hipnotiza a platéia que atenta esforça-se para desvendar o mistério, como pode serrar a moça? Cadê o coelho? De onde saiu essa pomba? Sumiu o buquê...
O trapézio, outra magia, momento de expectativa, saltos, pulos, um, dois, três, outro salto mortal. Nossa quanta coragem!
E lá vem ele novamente, o homem-alegria, risos, aplausos, novos truques.
E palhaço não chora.
O espetáculo vai terminar, todos voltam ao picadeiro como uma grande família. Aplausos, aplausos, aplausos...
Fim... apagam-se as luzes, a serragem assenta no chão, silencia a lona.
E o palhaço?
Palhaço chora sim.
Palhaço sente sim.
Tira a pintura, pendura a roupa, limpa a purpurina e chora sim.
Chora de alegria.
Chora de tristeza.
Chora de preocupação.
Chora de solidão.
Chora por amor.
Amanhã as cadeiras do circo pouco a pouco vão sendo ocupadas por várias carinhas, carinhas de crianças, carinhas de crianças crescidas, carinhas de crianças envelhecidas e ele volta, pinta a cara, pula, cai e ri.
Ah! Se o mundo descobrisse a grandeza do palhaço, mas o palhaço não chora...
Palhaço é só alegria.
Palhaço não precisa de ninguém.
Palhaço não precisa de carinho.
Palhaço não pergunta.
Palhaço não recebe.
Palhaço não questiona.
Palhaço só dá.
Palhaço só faz rir.
Palhaço não pode chorar...
Mas tenha certeza, você que vive rindo e que se alimenta da alegria do palhaço.
Palhaço chora sim.
Mas...
Palhaço é amor.
Palhaço é doação.
Palhaço é gente.
É ladrão de muié...
Não é não...
Palhaço é gente.
Por trás daquela maquiagem, da roupa colorida, existe um coração igual ao nosso.
Mas... palhaço não chora.
No picadeiro ele leva a alegria a todos, ás crianças leva a fantasia infantil, risos, brincadeiras, leva tapa e ri, cai e ri, pula e ri, brinca, canta e ri; aos adultos trás as lembranças, os sonhos, voltam ao passado e o palhaço ri.
O mágico hipnotiza a platéia que atenta esforça-se para desvendar o mistério, como pode serrar a moça? Cadê o coelho? De onde saiu essa pomba? Sumiu o buquê...
O trapézio, outra magia, momento de expectativa, saltos, pulos, um, dois, três, outro salto mortal. Nossa quanta coragem!
E lá vem ele novamente, o homem-alegria, risos, aplausos, novos truques.
E palhaço não chora.
O espetáculo vai terminar, todos voltam ao picadeiro como uma grande família. Aplausos, aplausos, aplausos...
Fim... apagam-se as luzes, a serragem assenta no chão, silencia a lona.
E o palhaço?
Palhaço chora sim.
Palhaço sente sim.
Tira a pintura, pendura a roupa, limpa a purpurina e chora sim.
Chora de alegria.
Chora de tristeza.
Chora de preocupação.
Chora de solidão.
Chora por amor.
Amanhã as cadeiras do circo pouco a pouco vão sendo ocupadas por várias carinhas, carinhas de crianças, carinhas de crianças crescidas, carinhas de crianças envelhecidas e ele volta, pinta a cara, pula, cai e ri.
Ah! Se o mundo descobrisse a grandeza do palhaço, mas o palhaço não chora...
Palhaço é só alegria.
Palhaço não precisa de ninguém.
Palhaço não precisa de carinho.
Palhaço não pergunta.
Palhaço não recebe.
Palhaço não questiona.
Palhaço só dá.
Palhaço só faz rir.
Palhaço não pode chorar...
Mas tenha certeza, você que vive rindo e que se alimenta da alegria do palhaço.
Palhaço chora sim.
Mas...
Palhaço é amor.
Palhaço é doação.
Palhaço é gente.
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